Takt Time: o que é, como calcular e exemplos práticos
No último artigo falamos sobre o Heijunka e a importância de nivelar o volume e o mix de produção para reduzir desperdícios, flexibilizar processos e garantir entregas constantes. Porém, esse conceito nos leva a um novo questionamento: Qual deve ser o ritmo dessa produção? Abordamos conceitos como o tempo de set-up e seu impacto na capacidade produtiva, uma vez que ele reduz o tempo disponível para operação. Além disso, discutimos o lote mínimo recomendado para reduzir custos operacionais e como essas informações devem ser utilizadas para definir o melhor sequenciamento da produção. Mas existe uma informação importante que não exploramos em detalhes. Utilizando o mesmo exemplo do artigo anterior, em que um processo produz três tipos diferentes de produtos, possui uma demanda de 1.000 unidades por semana e uma capacidade média de produção de 200 unidades por dia, podemos fazer algumas reflexões. Ao analisar esses números isoladamente, pode parecer que o processo é perfeitamente ca...