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Mostrando postagens de agosto, 2026

Takt Time: o que é, como calcular e exemplos práticos

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No último artigo falamos sobre o Heijunka e a importância de nivelar o volume e o mix de produção para reduzir desperdícios, flexibilizar processos e garantir entregas constantes. Porém, esse conceito nos leva a um novo questionamento: Qual deve ser o ritmo dessa produção? Abordamos conceitos como o tempo de set-up e seu impacto na capacidade produtiva, uma vez que ele reduz o tempo disponível para operação. Além disso, discutimos o lote mínimo recomendado para reduzir custos operacionais e como essas informações devem ser utilizadas para definir o melhor sequenciamento da produção. Mas existe uma informação importante que não exploramos em detalhes. Utilizando o mesmo exemplo do artigo anterior, em que um processo produz três tipos diferentes de produtos, possui uma demanda de 1.000 unidades por semana e uma capacidade média de produção de 200 unidades por dia, podemos fazer algumas reflexões. Ao analisar esses números isoladamente, pode parecer que o processo é perfeitamente ca...

Heijunka: Produzir conforme a demanda é suficiente?

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Heijunka: Produzir conforme a demanda é suficiente? Imagine uma empresa que produz três tipos de produtos com uma capacidade média de 200 unidades por dia e uma demanda média de 1.000 unidades por semana. Olhando a demanda semanal de cada produto o time de planejamento montou uma proposta de planejamento: Demanda Semanal: Planejamento de Produção: A - 400 unidades Segunda - 200 unidades A B - 300 unidades Terça - 200 unidades A C - 300 unidades Quarta - 200 unidades B Quinta - 100 unidades B e 100 unidades C Sexta - 200 unidades C À primeira vista parece um bom planejamento uma vez que a capacidade está sendo respeitada, a necessidade semanal de cada produto está sendo respeitada e temos um número de mudanças de produto relativamente baixo. Mas o processo produtivo está realmente equilibrado? Como discutimos nos artigos anteriores sobre ...

Kanban: muito além dos cartões de produção

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Um dos maiores desafios da Produção Puxada e do Just in Time é garantir que todos os processos estejam sincronizados, produzindo apenas o necessário, na quantidade certa e no momento certo. Para isso, cada processo precisa saber exatamente quando produzir e quanto produzir , evitando tanto a falta quanto o excesso de materiais entre as etapas. Imagine um produto que precisa passar por três processos produtivos. Se analisarmos cada processo individualmente, é possível que todos apresentem excelentes indicadores de desempenho, como alta produtividade e eficiência. Entretanto, ao observarmos o fluxo completo, percebemos uma realidade diferente: grandes estoques intermediários, Work in Process (WIP), e longos tempos de espera entre as etapas. Para reduzir esses estoques e melhorar o fluxo, a Produção Puxada estabelece que cada processo deve produzir apenas aquilo que o processo seguinte realmente necessita. No papel parece uma ideia muito boa, mas na prática surgir uma dúvid...